Quarta-feira, 24 de Junho de 2009

Olha ai pessoal , a perfeição do regionalismo, um resgate perfeito de nossa cultura, chorei ao ouvir este disco, tenho ele e o encarte é lindo, comprem, comprem de verdade eu garanto, perfeito.Todo mundo fala que é uma das regiões mais pobres do mundo, o vale de jequitinhonha, mas eles nao conhecem a cultura de lá...
Saravá!!!
Daniel de Mello e a Música da Minha Gente

O patrimônio musical brasileiro ganhou em 2002 mais uma pedra preciosa em seu acervo, desta vez garimpada nas entranhas do Vale do Jequitinhonha: o CD-Livro "Batukim Brasileiro - o Canto das Lavadeiras", produzido pelo cantor e compositor Carlos Farias, com a participação especial do Coral das Lavadeiras, de Almenara (MG).
Com gravação totalmente acústica, a obra resgata em 12 maravilhosas canções o que há de mais belo na música regional do norte/nordeste mineiro: batuque, maracatu, toada, baião, afoxé, roda, semba e chorinho, numa mistura bem tramada de ritmos e versos de influência portuguesa, indígena e africana, revelando a essência da nossa brasilidade. São cânticos de trabalho de antigas lavadeiras, canoeiros e ribeirinhos, cuja origem já se perdeu na memória do tempo. Ele é resultado de pesquisas etnomusicais realizadas pelo compositor nessa interessante região de Minas, a partir de 1985.
O CD vem encartado dentro de um livrete com 52 páginas coloridas, contendo fotos, desenhos e textos em português e inglês, revelando aspectos interessantes do Vale do Jequitinhonha nos campos da história, do folclore, da ecologia e da cultura. Além das lavadeiras e de Carlos Farias, há a participação especial do cantor e humorista Saulo Laranjeira. O disco ainda possui uma faixa interativa, contendo fotos e textos que podem ser visualizados em um computador com recursos multimídia. Um trabalho ousado e surpreendente, que já causou impacto até na Europa: lançado primeiro em Portugal, em março de 2002, “Batukim Brasileiro” vem emocionando as pessoas pela sua beleza e autenticidade.

Fonte: Coral das Lavadeiras

Download: Batukim Brasileiro – O Canto das Lavadeiras - Coral das Lavadeiras e Carlos Farias - 2002


Amigos, estou demorando muito nas postagens, mas estou com muitas tarefas pessoais, mas nunca esqueço de voces e muito menos do carinho de todos, posto aqui uma perola de nossa musica, que tambem foi lançada pela pacific records, nao tem muito o que falar,mas sim de ouvir, primazia, é o que falo deste album, se alguem quiser mais informações sobre a Rosinha de Valença ou Bud Shank, me mandem um email ou comentario, farei questao de informar, estou até sem tempo de formular um texto sobre cada um, msa sobre o João Donato ja tem informações no blog, desculpem a pressa, mas é assim que é!

Saravá!!!
Daniel de Mello e a Música da Minha Gente

Quarta-feira, 3 de Junho de 2009


A equipe do musicadaminhagente.blogspot.com, é solidario com todas as pessoas afetadas pelo acidente do vôo AF447, acessem a comunidade: Vôo AF 447 - Luto no orkut,e mostrem suas condolencias aos amigos e familiares, a musica da vez, fica por conta de Todo Sentimento, uma musica de Cristovao Bastos e Chico Buarque.
Que Deus cuide de todos
Daniel de Mello e a Música da Minha Gente
Saravá!!!

Terça-feira, 2 de Junho de 2009

Amigos,
quando criei este blog, foi perfeito, hospedava os links no mediafire, nao demorou muito pra eles deletarem todos, ai um amigo me falou do 4shared, fiquei muito feliz e esse casamento durou 2 anos quase, mas agora estao deletando todos tambem, entao
peço que me avisem quais foram deletados pra poder postar de novo, e peço paciencia e desculpas, mas como sou só na formação deste humilde blog, fica dificil atender todos os pedidos,se eu tivesse grana a mais, hospedaria os links em dominio proprio, mas fazer o que, entao peço colaboração e paciencia por parte de voces, pois somente assim, o blog continuará mais uma longa jornada.
Daniel de Mello e a Música da Minha Gente
Saravá!!!

Segunda-feira, 1 de Junho de 2009

Mais uma pedrada para voces meus amigos, um disco que foi a divisao de aguas da musica moderna nacional, estou falando de "Muito a Vontade" de João Donato,um genio de nossa musica que nao poderiamos de deixar de registrar, por isso, deleitem-se!!!
Daniel de Mello e a Música da Minha Gente
Saravá!!!


Filho de um major da aeronáutica, nasceu em Rio Branco no dia 17 de agosto de 1934, mas ainda pequeno mudou-se para o Rio de Janeiro. Ainda na adolescência demonstrou ter mais intimidade com a música que com os estudos regulares, que abandonou em 1949. Seu círculo de amizade era composto por músicos que se reuniam nos bares cariocas para tocar violão e, claro, falar de música. Nos anos 50, freqüentou o Sinatra-Farney Fan Clube, na Tijuca, zona norte carioca, que durou apenas 17 meses, considerado por muitos estudiosos como uma escola para toda a geração que mais tarde criaria a Bossa Nova.

Donato foi amigo de todos os expoentes do movimento bossanovista, como João Gilberto, Tom Jobim, Vinícius de Moraes e Johnny Alf, entre outros, mas nunca se encaixou dentro desse rótulo.Pelo contrário, era considerado um músico excêntrico que tocava para si e não para os contra baixistas e bateristas que tentavam lhe acompanhar ao acordeão, piano ou trombone. Também na década de 50, João Donato se muda para os Estados Unidos onde permanece durante 13 anos e realiza o que nunca tinha conseguido no Brasil: reincorporar a musicalidade afro-cubana ao jazz. Grava o disco A Bad Donato e compõe músicas como "Amazonas", "A Rã" e "Cadê Jodel". Retorna ao Brasil, reencontra a música brasileira que estava sendo feita no país, mas não abandona sua paixão pela fusão entre o jazz e ritmos caribenhos.Como arranjador participou de discos de grandes nomes da MPB como Gal Costa e Gilberto Gil.

Sobre “Muito à vontade”, o jornalista Ruy Castro escreveu, por ocasião de seu relançamento em CD: “foi o seu primeiro disco ao piano e o primeiro mesmo para valer, com nove de suas composições entre as 12 faixas (...). Donato, que estava morando nos Estados Unidos durante a explosão da Bossa Nova, era uma lenda entre os músicos mais novos - para alguns, pelas histórias que ouviam, ele devia ser algo assim como o curupira ou a cobra d'água. Este disco abriu-lhes novos horizontes e devolveu Donato a um movimento que ele, sem saber, ajudara a construir”. Estão lá “Muito à vontade”, “Minha saudade”, “Sambou, sambou”, “Jodel”.

Download: João Donato - Muito a Vontade - 1962

Quarta-feira, 27 de Maio de 2009

Porque Hoje Ainda é Dia de Rock !!!

Hermanos, sei que to atrasado nesta postagem, mas nao venho com novidades, e alegria desta vez, perdemos um icone de nosso som, o iniciador do rock rural, Zé Rodrix (Rio de Janeiro, 25 de novembro de 1947 — São Paulo, 22 de maio de 2009), ele era genial, junto com Sá, e Guarabira entao nem se fala, tenho os discos dele aqui em casa, e to ouvindo sem parar, pra me extasiar mais e mais com a genialidade deste mestre, mas nao vos deixarei na mão não, o blog parceiro, EU OVO, fez um excelente trabalho de postagens de seus albuns, então, nao fiquem ai parados e entrem no EU OVO e baixem tudo, pois som assim, sinceramente meus amigos, nunca mais irao ouvir, por isso, deleitem-se!!!

VIDA LONGA AOS BLOGS
VIDA LONGA AO WWW.EUOVO.BLOGSPOT.COM


Daniel de Mello e a Música da Minha Gente
Saravá!!!

Download: EU OVO

Domingo, 17 de Maio de 2009

Não irei citar nada sobre este disco, baixem e tirem suas proprias conclusões, so adianto que é uma obra prima,por isso deleitem-se!!!
Daniel de Mello e a Música da Minha Gente
Saravá!!!

Filho de uma violinista da Orquestra do Teatro Municipal do Rio, carioca de Santa Teresa, aquariano da classe de 47, o pianista Adolfo aos 16 anos já pertencia ao fechado clube da bossa-nova acantonado no Beco das Garrafas, à frente de grupos como o Samba a Cinco e o Trio 3-D. No último, ele participou da peça musical Pobre Menina Rica, de Carlos Lyra e Vinícius de Moraes, e começou a acompanhar ases do setor. Mas a partir de 1967, em dupla com o letrista Tibério Gaspar, Adolfo, o compositor, transformou-se num dos detonadores da ala da toada moderna, que produziu sucessos como Sá Marina e Juliana.

Ao mesmo tempo, pilotando o grupo Brazuca, instaurou um tônus de modernidade eletrônica no pop da época (Teletema, Ana Cristina) até desaguar na autopista abrasiva da BR-3, que causou polêmica e sacudiu as estruturas festivalescas. Integrante da banda que acompanhou Elis Regina em duas excursões à Europa, um estágio com a erudita Nadia Boulanger, em Paris (além dos aperfeiçoamentos com os brasileiros Guerra Peixe e Esther Scliar), Antonio Adolfo estava pronto para mais um grande salto.

Em 77, num ato de coragem e pioneirismo, lançava o disco Feito em casa em seu próprio selo Artezanal. Era o pontapé inicial de uma tendência libertária, a do disco independente, que motivaria o aparecimento de artistas divergentes das leis do mercado tradicional.

Desde 1985, Adolfo vem se dedicando a sua escola de música, o Centro Musical Antonio Adolfo, além de participar em eventos internacionais como músico e educador, sem deixar de lado sua carreira como intérprete. Recebeu dois Prêmios Sharp por seus trabalhos Antonio Adolfo e Chiquinha com jazz, respectivamente
Como autor de material didático, lançou no Brasil sete livros pela editora Lumiar, além de um video-aula e dois livros sobre música brasileira no exterior. Durante oito anos foi o representante do IAJE (International Association For jazz Education) para a América Latina.
Recentemente Antonio Adolfo voltou a se apresentar com mais frequencia em shows, seja em formato piano solo ou em grupo. De uma de suas apresentacoes com a filha Carol Saboya, em uma Universidade dos Estados Unidos nasceu seu mais recente trabalho em CD, lancado no Brasil e no Exterior: Antonio Adolfo & Carol Saboya Ao vivo/Live.




A canção "Tributo a Victor Manga" faz parte do LP EMI/Odeon 1970 (depois relançado em CD em 2003) "Antônio Adolfo e a Brazuca 2". "A Brazuca" foi um conjunto musical formado originalmente por Antonio Adolfo (piano), Luz Claudio Ramos (guitarra) Luizão Maia (baixo), Victor Manga (bateria), Julie (voz) e Bimba (voz). Em uma segunda formação, Julie foi substituída pelo cantor Luís Keller. Atuou no cenário artístico de 1969 a 1971. Em 1969, participou do IV Festival Internacional da Canção, classificando a canção "Juliana" (Antonio Adolfo e Tibério Gaspar) em 2º lugar no evento. Outro conhecido sucesso é a canção "Teletema", que fez parte da trilha sonora da novela "Véu de Noiva" (1969) da Rede Globo. A canção "Tributo a Victor Manga" foi composta na madrugada que se seguiu ao acidente que vitimou Victor Manga, baterista do "A Brazuca", em 13 de agosto de 1970, e se constitui numa apologia a amizade, a saudade, ao terrível sentimento de perda de um amigo. Entre versos declamados e gritos lancinantes, os componentes do grupo expressam toda sua dor pela perda inesperada do amigo, num verdadeiro réquiem (composição musical em honra aos mortos) dos tempos modernos.

Tributo a Victor Manga

Agora
Mais dinstante
Ainda perto
Por aqui e por ali
No areal, no deserto, no Padre Nosso
No nosso dia, na rodovia, a velocidade
Todavia, no rosto, o riso, a saudade
No novo som, no mesmo tom, em qualquer solo
No sustenido, no bemol
Por aqui e por ali.

Você!
No LP
Imagem de VT, sempre você, em tudo, em tudo que se vê
Sempre, você, você!
Oh Victor!
O sol te estilha sobre o eixo da manhã
Anoiteceu
Você partiu, se repartiu, e viajou, e viajou!
Ah! Oh! Oh Victor!
Um pássaro ferido que não voa mais
Um barco que perdido não retorna ao cais
Um cosmonauta solto em pleno espaço grita: Paz!
E eu, eu grito, eu grito!
Oh Victor!
A vida continua nua como você viu
O mesmo porto de partida onde você partiu
E agora sua sombra em tudo que ficou
Você viveu, amou, sofreu, tocou!

Você!
Por aqui e por ali
Ao meio, em dois
E depois, sempre, sempre, sempre!
Oh! Oh bicho!
Você se foi
Amigo!
Você se foi
Não sei se digo, oi
Se, se digo, adeus.


Download: Antonio Adolfo e a Brazuca - 1970

Esta é a Cris Dellano
Deleitem-se
Daniel de Mello e a Música da Minha Gente
Saravá!!!

Cris começou a cantar no Coral Infantil do Teatro Municipal do Rio de Janeiro aos 5 anos de idade, participando de óperas como La Boheme, Carmen e Tosca. Brasileira, nascida no Texas, absorveu muito do estilo da música americana, integrando, como solista, um coral tipicamente negro, o African American Unity Choir. Membro da Sociedade Brasileira de Laringologia e Voz e da National Association of Teachers of Singing, lançou o cd-livro Mais que Nunca é Preciso Cantar, no qual transmite noções básicas de técnica para o canto popular. Gravou dois cds para o projeto Grandes Canções: Clássicos de Tom Jobim, com produção e arranjos de Roberto Menescal e Clássicos do Cinema. Em outubro de 2003, lançou no Brasil e Japão o CD Eu e Cris, um trabalho intimista, fruto dos 16 anos de amizade e parceria da cantora com Roberto Menescal, um dos ícones da Bossa Nova. Elogiado pela crítica o repertório reúne canções que Cris e Menescal tocam nos camarins antes dos shows.
este disco é de 2006, um belo trabalho,resultado de competencia e genialidade.

Download: Cris Dellano - Cris Dellano - 2006

Ja postei aqui outras homenagens a este excelente compositor, mais uma nao custa nada, mas espero que gostem deste disco que ao meu ver, sem ele o samba nao era o mesmo, deleitem-se!!!
Daniel de Mello e a Música da Minha Gente
Saravá!!!

Nascido em Juiz de Fora, em 23 de abril de 1908, esse mineiro conquistou o Brasil com o samba - e como compositor da Estação Primeira de Mangueira. Geraldo Pereira levou ao extremo o que se entendia por samba sincopado - onde residia sua genialidade. Trouxe em suas músicas o cotidiano carioca, a mulher e o homem dos morros, uma forma de ver o país em que vivia nos anos 40 que se estende até os dias de hoje. Quem, ao ouvir a irônica Ministério da Economia não diria que essa música com certeza é recém composta? ("Seu presidente, Sua Excelência mostrou que é de fato / Agora tudo vai ficar barato / Agora o pobre já pode comer. / Seu presidente, pois era isso que o povo queria / O Ministério da Economia / parece que vai resolver")

Geraldo Pereira ganhou a vida como motorista de caminhão de coleta de lixo, e gastou tudo o que tinha da velha e boa boemia, por quem viveu e morreu.

Seus sambas atravessaram os tempos e foram retomados na Bossa Nova, com a gravação de Bolinha de Papel em 1961 por João Gilberto - que trouxe a luz o samba e o nome do homem que, seis anos antes (em 05 de maio de 1955), aos 37 anos, morria numa briga de faca com o legendário Madame Satã.

Carô Murgel

Download: - Geraldo Pereira - MPB Compositores [1996]

Quarta-feira, 29 de Abril de 2009


Eite, eita, eita, este disco é impar, dois genios juntos, num trabalho só, esta compilação de dois albuns nos dizem que a musica é sempre de agradar os ouvidos, estamos sempre dispostos a ouvir o bom, e este disco nunca poderia ficar de fora do nosso blog, por isso, deleitem-se!!!
Daniel de Mello e a Música da Minha Gente
Saravá!!!

Paulo Moura conheceu o pianista norte-americano Cliff Korman em 1981, quando foi a Woodstock, no estado de Nova Iorque, para dar aulas. Cliff, na época um muito jovem pianista, foi o primeiro a levantar a mão quando nosso grande clarinetista e saxofonista perguntou se alguém gostaria de tocar um pouco com ele.
Desde então, estabeleceu-se uma parceria que já redundou em incontáveis shows e nos discos “Mood Ingênuo – Pixinguinha Meets Duke Ellington” – gravado ao vivo em 1996 na cidade de Gênova, na Itália, e lançado em 1999 -, “Paulo Moura Visita Gershwin & Jobim” – gravado no SESC Vila Mariana, em São Paulo, em 1998, com as participações de Jerzy Milewsky, violino, Jota Moraes, piano e vibrafone, Nelson Faria, guitarra e violão, Pascoal Meirelles, bateria, e Rodolfo Stroeter, o produtor do disco, contrabaixo – e “Gafieira Dance Brasil”, também ao vivo e gravado na Itália em 2001 e nunca lançado no Brasil, com as participações de Mestre Zé Paulo (falecido em 2005), cavaquinho, Paulinho Braga, bateria e do contrabaixista norte-americano David Finck.

Uma compilação dos dois discos gravados na Itália, saiu aqui no Brasil sob o título de “Gafieira Jazz”
No disco de nove faixas, três foram retiradas de “Mood Ingênuo” e as outras seis de “Gafieira Dance Brasil”.
Do primeiro disco, temos “Saxofone, por que choras?”, de Ratinho, “Tarde de chuva”, de Paulo Moura (ambas em duo de sax alto e piano) e o super clássico “1 x 0”, de Pixinguinha e Benedito Lacerda, em duo de clarinete e piano.
De “Gafieira Dance Brasil” esta compilação traz “Sozinha”, de Lupicínio Rodrigues, “Noites cariocas”, de Jacob do Bandolim, “Pedacinhos do céu”, de Waldir Azevedo, “Manhã de carnaval”, de Luiz Bonfá e Antônio Maria, “Alma brasileira”, de Zeca Freitas e o que me parece um equívoco da ficha técnica do disco que diz ser “Mulatas”, de Paulo Moura, a faixa de número 8 e o que se ouve é “Chorinho pra você”, de Severino Araújo, já gravada por Paulo Moura no disco “Mistura E Manda”, de 1994. Pelo menos, em 4’:30” de música, a partir de 1’:33” é o inconfundível clássico do maestro soberano da Orquestra Tabajara que sai pela caixa de som. E ao re-ouvir a gravação de “Mulatas” em outro disco de Paulo Moura, não encontrei nenhuma semelhança entre ela e a introdução de um minuto e pouco antes do tema principal. Enfim, enganos podem acontecer. Não deviam, mas que podem, podem.
O que importa mesmo é que, com esta compilação, podemos ouvir um verdadeiro encontro de bambas que vai além das já reconhecidas e sempre reafirmadas maestrias de Paulo Moura e Cliff Korman. Pois os arranjos dão espaço para que Mestre Zé Paulo, Paulinho Braga e David Finck também brilhem nas seis faixas tiradas do disco “Gafieira Dance Brasil” para este “Gafieira Jazz”. Mestre Zé Paulo especialmente em “Noites cariocas” e “Pedacinhos do céu”; Paulinho Braga e David Finck em “Manhã de carnaval” – da qual Zé Paulo não participa – uma longa faixa, num belíssimo arranjo. O pouco que a compilação apresenta deixa um gostinho de “quero mais” e a vontade de ouvir, na íntegra, o disco original. Mas nem a Amazon.com o tem pra vender.
No encarte do disco “Paulo Moura Visita Gershwin & Jobim”, o clarinetista escreve que “não será o jazz que influencia o samba – é a bossa nova brasileira que vai reler o jazz...”. Ao ouvir o piano de Cliff Korman soando como se ele tivesse nascido no Rio de Janeiro e não em Manhattan não há como não assinar embaixo.

Maria Luiza Kfouri
21/11/2006

Download: Paulo Moura e Cliff Korman - Gafieira Jazz - 2006

Bora fazer um teste?
quem baixar este disco e nao gostar, pode mem xingar aqui, o disco é lindo, cheio de detalhes que nao passam despercebido, vamosver, por isso deleitem-se!!!
Daniel de Mello e a Música da Minha Gente
Saravá!!!

Este disco "Café Brasil" é uma façanha. A começar pelo time de músicos espetaculares que juntou. Foi lançado antes no exterior, onde já vendeu quase 100 mil cópias. Consegue agradar desde quem nunca comprou um disco de choro até a seus cultores. São vários os clássicos como "Noites Cariocas", "Brasileirinho" e "1 x 0". Apesar de serem músicas interpretadas em qualquer roda de choro, cada uma ganha um charme especial que resgata sua originalidade. "Noites Cariocas" vem com um instrumento raro no choro, o acordeon de Sivuca. "1 x 0" refaz o dueto de Benedito Lacerda e Pixinguinha com dois dos nossos maiores instrumentistas de sopros, Altamiro Carrilho e Carlos Malta. "Brasileirinho" vira um duo de bandolim e cavaquinho com os virtuoses Joel Nascimento e Henrique Cazes. O fato de ter várias músicas cantadas torna o disco ainda mais atraente para um público não acostumado a ouvir música instrumental. É um disco de estrelas, como Paulinho da Viola (sempre fantástico), Martinho da Vila e Marisa Monte. A produção é do Rildo Hora.

O disco foi feito especialmente para uma gravadora alemã, que o lançou na Europa e EUA antes do Brasil. Quando começou a ser vendido aqui, já era um sucesso de vendas mundial. Acredito que será o principal responsável pela divulgação do Choro no exterior, depois de penetrações de pequeno alcance, como as coletâneas do Jacob do Bandolim lançadas nos EUA e o grammy latino para o Paulo Moura, e até algumas que não agradaram o paladar estrangeiro, como o disco "Bach in Brazil". O triste é ninguém do Brasil ter investido antes no potencial do choro como música de exportação. Deve ser mais fácil exportar bundinhas.
Há alguns detalhes interessantes. O primeiro é que, ao contrário do anunciado, não é um disco apenas do grupo Época de Ouro. Os virtuoses do mais importante grupo de choro brasileiro são os responsáveis pela maioria das faixas, mas não tocam em todas, como na sublime interpretação de "Meu Primeiro Amor" de Pattapio Silva por Altamiro Carrilho e a pianista Maria Teresa Madeira. Outro segredo é que o Época de Ouro estava há uns 4 anos com um disco pronto, que contava com as participações de vários músicos em cujas gravações o grupo participou, como Marisa Monte, Paulinho da Viola e Elba Ramalho. Apesar de pronto, nunca nunca era lançado, não só devido à miopia das gravadoras, mas também por que seria um trabalhão conseguir a liberação de todos os artistas. Para completar o disco "for export" foram usadas 5 faixas deste disco já pronto. A boa notícia é que as faixas que sobraram, somadas ao sucesso do Café Brasil, serão a base para um novo disco do Época de Ouro. É sempre um prazer inenarrável poder ouvir o Dino no 7 cordas, o Ronaldo no bandolim, o Toni no violão, o Jorginho no Pandeiro, o César Farias no violão e o Jorge Filho no cavaquinho.
Fonte: Samba Choro

Download: Café Brasil - Varios - 2001

É simplesmente sem palavras sobre este disco, e sobre este genio, por isso sentem, e oução, sintam o que ele quer dizer, e a maneira de ser interpretado estas musicas, certamente te levarao a outro nivel de perrcepção musical, por isso, deleitem-se!!!
Daniel de Mello e a Música da Minha Gente
Saravá!!!

Noel de Medeiros Rosa nasce na cidade do Rio de Janeiro, em 11 de dezembro de 1910, e faleceu na mesma cidade em 4 de maio de 1937, nao foi somente um sambista, cantor, compositor, bandolinista, violonista,foi simpelsmente um dos maiores e mais importantes artistas da música no Brasil. Foi responsável pela união do samba do morro com o do asfalto. Fato este que mudaria para sempre, não só o samba, mas a história da música popular brasileira.

Noel nasceu de um parto difícil em que o uso do fórceps pelo médico causou-lhe um afundamento da mandíbula que o marcou por toda a vida. Criado no bairro carioca de Vila Isabel, filho do comerciante Manuel Garcia de Medeiros Rosa e da professora Martha de Medeiros Rosa, Noel era de família de classe média, tendo estudado no tradicional Colégio São Bento de 1923 a 1928.
Adolescente, aprendeu a tocar bandolim de ouvido e tomou gosto pela música - e pela atenção que ela lhe proporcionava. Logo, passou ao violão e cedo tornou-se figura conhecida da boemia carioca. Entrou para a Faculdade de Medicina, mas logo o projeto de estudar mostrou-se pouco atraente diante da vida de artista, em meio ao samba e noitadas regadas à cerveja. Noel foi integrante de vários grupos musicais, entre eles o Bando de Tangarás, ao lado de João de Barro (o Braguinha), Almirante, Alvinho e Henrique Brito.
Em 1929, Noel arriscou as suas primeiras composições, "Minha Viola" e "Toada do Céu", ambas gravadas por ele mesmo. Mas foi em 1930 que o sucesso chegou, com o lançamento de "Com que roupa?", um samba bem-humorado que sobreviveu décadas e hoje é um clássico do cancioneiro brasileiro. Noel revelou-se um talentoso cronista do cotidiano, com uma seqüência de canções que primam pelo humor e pela veia crítica. Orestes Barbosa, exímio poeta da canção, seu parceiro em "Positivismo", o considerava o "rei das letras". Noel também foi protagonista de uma curiosa polêmica travada através de canções com seu rival Wilson Batista. Os dois compositores atacaram-se mutuamente em sambas agressivos e bem-humorados, que renderam bons frutos para a música brasileira, incluindo clássicos de Noel como "Feitiço da Vila" e "Palpite Infeliz". Entre os intérpretes que passaram a cantar seus sambas, destacam-se Mário Reis, Francisco Alves e Aracy de Almeida.
Estátua de Noel Rosa, localizada na entrada de Vila Isabel.
Noel teve ao mesmo tempo algumas namoradas. Casou-se em 1934 com Lindaura, mas era apaixonado mesmo por Ceci, a dama do cabaré. Passou os anos seguintes travando um batalha contra a tuberculose. A boemia, porém, nunca deixou de ser um atrativo irresistível para o artista, que entre viagens para cidades mais altas em função do clima mais puro, sempre voltava para o samba, a bebida e o cigarro. Mudou-se para Belo Horizonte e de lá escreveu ao seu médico, Dr. Graça Melo:

Já apresento melhoras,
Pois levanto muito cedo
E deitar às nove horas
Para mim é um brinquedo.
A injeção me tortura
E muito medo me mete,
Mas minha temperatura
Não passa de trinta e sete!
Creio que fiz muito mal
Em desprezar o cigarro
Pois não há material
Para o exame de escarro!

Trabalhou na Rádio Mineira e entrou em contato com compositores amigos da noite, como Rômulo Pais, recaindo sempre na boêmia. De volta ao Rio, jurou estar curado. Faleceu em sua casa no bairro de Vila Isabel no ano de 1937, aos 26 anos, em conseqüência da doença que o perseguia desde sempre.

Fonte: Wikipedia

Download: Songbook Noel Rosa - Varios Artistas - 1991


Hermanos, estoupostando umdisco que nao tem na rede, mas que é muito cobiçado, um disco lindo que mostra o porque esse homem era um genio de nossa musica, deleitem-se e aproveitem este disco
Daniel de Mello e a Música da Minha Gente
Saravá!!!

Ary Evangelista Barroso , nascido em Ubá, Minas Gerais, sete de novembro de 1903, falecido em Rio de Janeiro, RJ, nove de fevereiro de 1968.
Qualquer lista dos dez maiores compositores da nossa música popular - os caras que moldaram o que hoje se entende por MPB - tem de ter o nome de Ary. Isso, se não começar por ele. É que tanto pela ordem alfabética quanto cronológica, o cara é o primeiro grande nome - a menos que se inclua Sinhô, Ernesto Nazareth, Chiquinha Gonzaga ou Zequinha de Abreu, o que é discutível numa lista de apenas dez.
Leia mais em.... Samba Choro

Download: Ary Barroso - Encontro com Ary - 1956

Terça-feira, 14 de Abril de 2009






Comentarios!!!!!!?????

Quinta-feira, 9 de Abril de 2009




Pra voces terem ideia, um cantor como ele nunca mais existira, esse cara foi um dos melhores do samba,compositor,cantor pai e marido,foi sucesso,mas infelizmente como sempre foi esquecido pelo ostracismo, engraçado como genios assim ninguem se lembrar? mas essa é minha humilde função, levar esses mestres aos mp3,sons e ouvidos de quem tem bom gosto e adoram a boa musica. Só pra terem ideia, quem participou desde trabalho foi nada mais nada menos que Altamiro Carrilho, Wilson das Neves, e Abel Ferreira. Mais algo a declarar???
por isso, deleitem-se!!!
Saravá!!!
Daniel de Mello e a música da Minha Gente


Dermeval Miranda Maciel, mais conhecido como Roberto Ribeiro,nasceu em Campos dos Goytacazes em 20 de julho de 1940 e faleceu na cidade do Rio de Janeiro em 8 de janeiro de 1996. Foi um cantor e puxador de samba-enredo brasileiro. Sambista do Império Serrano, Roberto Ribeiro construiu uma respeitável carreira de intérprete e compositor desde a segunda metade da década de 1960. De voz bem timbrada e enxuto fraseado, seu repertório incluiam sambas de todos os tipos, como afoxés, ijexás, maracatus e outros ritmos africanos. Tem mais de 20 discos gravados, com sucessos populares como as canções "Acreditar", "Estrela de Madureira", "Todo Menino É um Rei", "Malandros Maneiros", "Fala Brasil" e "Amor de Verdade".
Fonte: Wikipedia

Download: Roberto Ribeiro - Arrasta o Povo - 1976

Quarta-feira, 8 de Abril de 2009

Confesso, demorei muito pra postar este disco, quem me alertou foi o nosso grande amigo NAKANO, amigo e leitor deste humilde blog, um disco que nao precisa de comentarios, um genio de nosso samba, com uma voz inigualavel, que com sua suavidade pediu licensa pra poder mostrar seu talento e brilho, baixem por favor que nao vao se decepcionar,deleitem-se
Saravá!!!
Daniel de Mello e a Música da Minha Gente

Lançado originalmente em 1973 e resgatado do acervo do selo RCA Victor pela BMG, o álbum Se Você Jurar reúne sucessos da carreira de Ismael Silva, além dos sambas "Contrastes", "Alegria", "Alias", "Receio", "Entrada Franca" e "Afina A Viola", inéditos na época. A música que dá nome ao álbum foi um dos maiores sucessos de Ismael, e ficou eternizada através da interpretação da dupla Francisco Alves e Mário Reis.
Ismael da Silva nasceu em Niterói RJ em 14 de Setembro de 1905. Filho de um operário e de uma lavadeira, aos três anos mudou-se com a família da praia de Jurujuba (Niterói), para o bairro do Estácio e mais tarde para vários outros bairros do Rio de Janeiro. Freqüentou escola primaria no Rio Comprido e aos 15 anos compôs Já desisti, seu primeiro samba, que ficaria inédito. Dois anos depois, de volta ao Estácio, passou a freqüentar o Bar e Café Apolo e outros pontos de encontro de alguns dos grandes sambistas da época, como Mano Edgar, Baiaco, Nilton Bastos, Brancura, Bide e seu irmão Rubem Barcelos. Logo se tornou conhecido nessas rodas, e em 1925 a melodia de seu samba Me faz carinhos era gravada pelo pianista Cebola, em disco da Casa Edison...
Mais informaçoes, acesse: MPB NET

Download: Ismael Silva - Se voce Jurar - 1973

Terça-feira, 7 de Abril de 2009



Hermanos, pela primeira vez na historia deste humilde blog irei fazer isso, nao deixarei comentarios nenhum sobre este disco, baixem e ouçam, voces vao chorar, o disco é perfeito, cada samba melhor que o outro, dou nota dez, Seu Jorge foi muito feliz nessa compilação, que so saiu na França, mas tudo bem, estamos aqui pra isso, entao simbora!
Saravá!!!
Daniel de Mello e a Música da Minha Gente

Sexta-feira, 27 de Março de 2009

Como de costume nao poderiamos deixar de homenagear esta arte que adoramos e que esteve sempre presente em nossas vidas, nos dando senção de fantasia e inocencia, vai aqui minha pequena homenagens a estes que nos encantaram em nossa infancia e ainda continua nos deixando viajar na mente do infinito, por isso, deleitem-se
Daniel de Mello e a Música da minha Gente
saravá!!!

Hoje tem marmelada? tem sim sinhô!
Hoje tem goiabada? tem sim sinhô!

21 de setembro Dia do Circo

Comemora-se o Dia do Circo em 27 de março, numa homenagem ao palhaço brasileiro Piolin, que nasceu nessa data, no ano de 1897, na cidade de Ribeirão Preto, São Paulo.

Considerado por todos que o assistiram como um grande palhaço, se destacava pela enorme criatividade cômica e pela habilidade como ginasta e equilibrista. Seus contemporâneos diziam que ele era o pai de todos os que, de cara pintada e colarinho alto, sabiam fazer o povo rir.
Hoje o circo perdeu muito das suas caracteristicas, quase nao havendo o tradicional, palhaço,bicho,e magicas inocentes, foram trocadas pela tecnologia, o ilusionismo excessivo, e pelas brilhantes luzes apoteoticas, saudades do tempo do Arrelia, e do Carequinha.
Mas procurando sempre achamos em nossa cidade um circo pequeno com vontade ainda de mostrar a verdadeira cara do circo.
VIVA O CIRCO!!!!!
Curiosidade

A palavra BUFÃO (comediante) vem de bufa mesmo, ou peido. Usando de mímica e pantomima os "bufões" faziam rir as pessoas, imitando com a boca os sons de bufas. Hoje, o antisséptico teatro fica indignado com escatologias , ou com gestos ou palavras um pouco mais bufônicas em cena. Trata-se de uma apropriação do popular e seu enquadramento na ética e moral burguesas.

O artista circense George Savalla hoje aos 90 anos em conseqüência de problemas cardíacos, informou sua família.
Nascido em Rio Bonito (RJ) e membro de uma família circense, "Carequinha" foi o palhaço mais popular do Brasil no século passado: gravou 26 discos, protagonizou alguns filmes e deu seu nome a vários produtos infantis.
Iniciou sua carreira aos cinco anos, quando seu padrasto o maquiou, batizou-o com o nome com o qual ficou famoso e o pôs para trabalhar com a família. Desde então utilizou a mesma pintura em seu rosto e o mesmo nome de guerra.
Após trabalhar em vários circos nacionais e internacionais, além de ter feito um programa de rádio, foi contratado no começo da década de 50 pela TV Tupi para animar um programa de variedades.
Transformou-se assim no primeiro palhaço com um programa próprio de televisão, que foi ao ar durante 16 anos e que deu a "Carequinha" popularidade nacional.

Download: Carequinha - 90 Anos de Espetaculo - 2005

Sexta-feira, 20 de Março de 2009



Um dos trabalhos mais lindos que ja vi, chorei ouvindo este trabalho, ja tenho este disco ha algum tempo, mas somente agora resolvo postar a voces, achando que é o melhor momento, peço encarecidamente que baixem este trabalho e ouçam com muito carinho, pois se trata de uma obra de um genio que nao podemos esquecer, semeiem esta obra prima, pois serao recompensados, entao, deleitem-se
Saravá!!!
Daniel de Mello e a Música da Minha Gente


LP editado em 1980, pela Rádio e Estúdio Eldorado.
Graças a esta iniciativa, herdamos um documento definitivo da obra de um dos nossos grandes músicos populares. Henricão (Henrique Felipe da Costa) nasceu em Itapira-SP (1908) e faleceu no Rio de Janeiro (1984); além de cantor e compositor foi ator de teatro, cinema e televisão.
Registrado em gravações em 78 rotações de 1937 a 1959, ficou fora dos estúdios até 1980, quando então foi realizado este sublime LP, quatro anos antes de seu falecimento; como tantos outros, pobre e completamente esquecido. O vídeo abaixo mostra um trecho do programa MPB Especial (1973), onde Henricão canta a música "Só vendo que beleza (Marambaia)".



Trecho do texto da contra-capa do LP, escrito por Júlio Moreno em outubro de 1980

"Todas as músicas deste disco foram escolhidas pelo próprio compositor e cantor. Tudo foi feito de maneira natural, que é a própria maneira se ser de Henricão. Um tipo de gente que hoje é rara. Sincero, sensível, simples. Como é também a sua música, pois ela não passa do retrato do seu dia-a-dia. A história dos amores perdidos, dos fatos observados na rua. A crioula que ele esperava debaixo do relógio da praça da Sé deu mancada? Não tem importância, isto lhe inspirou um samba. Aquela outra o abandonou, magoando-o muito? De seu coração surgiu “Sou Eu”, que Paulo Vanzolini considera um dos melhores sambas paulistas. Certa vez, durante uma festa pública em Pernambuco, viu que a platéia gostava muito de cantar “Cielito Lindo”, uma música mexicana. Aproveitou, escreveu nova letra para ela, transformando-a num samba de respeito, a tempo de apresentá-lo durante a festa. Assim nasceu a sempre cantada “Está chegando a hora”. Outra vez, num bar, teve a idéia de compor “Casinha da Marambaia” ao escutar a conversa de dois aspirantes a fuzileiros navais...(...)"

texto estraido do maravilhoso blog - Peneira do Rato


Download: Henricão - Recomeço - 1980

A Ayom Records estará nesse domingo, 22, na homenagem a Clara Nunes que se realizará no teatro Clara Nunes , no Museu de Arte Popular e na praça de eventos. Haverá debates, shows e apresentações de dança.
O evento começa às 13:00h com o debate Clara Nunes e o imaginário positivo das religiões afro. Presença de Adolar Barreira, a astróloga Marlene Deon e do Mestre Obashanan - OICD/Templo da Estrela Verde - SJRP.
Endereço: Praça da Moça - Rua Graciosa, 300 - Diadema.


Conheça o maior acervo de música de terreiro do Brasil:

Ayom: música e espírito